quarta-feira, 15 de abril de 2009

Marguerite Duras India Song

“(...) Il y a quelqu’un qui crie... une femme: c’est la femme du Gange, une mendiante. Elle n’est pas indienne. Elle vient de Savannakhet, en Laos, et est restée au bord du Gange. Elle a dix-sept ans, elle est enceinte. Là-bas, elle reste. Oui, c’est ça. Le bonheur pour elle est impossible: la nuit elle chasse dans les trous du Gange pour se nourrir. Oui, c'est ça, 17 ans, elle est enceinte. Tous les enfants morts tandis qu'elle marche vers le Bengale. Vers le Bengale, devient stérile. Elle est là, près de l’Ambassade de France,"AUX INDES", au bord du Gange, sous les arbres” (...) mort là-bas, aux îles; tout est mort, on est là. 17 ans, elle est enceinte, au bord du gange devient stérile. Elle demande une indication pour se perdre. Personne ne sait. (...) Odeur de fleur. ...ce que vous êtes pâle! De quoi avez-vous peur? _Anne Marie Stretter! Oui, on est là. tout est est là, c'est l'unique question. La nuit du balle... Elle est là, près de l’Ambassade de France,"AUX INDES", au bord du Gange, sous les arbres”.

정보: “Pedaço da trad. de “India Song”, passagem da confluência entre três livros de DURAS: “A Mulher do Ganges”, “O Vice-Cônsul”, e “Seu nome de Veneza em Calcutá”: (...) Há alguém que grita... uma mulher: é a mulher do Ganges, uma mendiga. Ela não é indiana. Ela vem de Savannakhet, no Laos, e parou às margens do Ganges. Ela tem 17 anos e está grávida. Lá, ela fica. Sim, é isto. A felicidade para ela é impossível: à noite ela caça nos pântanos na margem do Gange, para se alimentar. Sim, é isso: 17 anos, ela está grávida. Todas as crianças mortas enquanto caminhava em direção ao bengali. Rumo à bengala, fica estéril. Ela fica là, perto da Embaixada da França, “NAS INDIAS, na beirada do Ganges, sob as árvores”. ...morta lá, nas ilhas; tudo é morto. Lá estamos. 17 anos, grávida, à beira do Ganges fica estéril. Ela pede uma informação para se perder. Ninguém sabe. (...) Odor de flor. ... És pálido, de que tens medo? _Anne Marie Stretter! Sim, lá estamos. Tudo lá está, esta é a questão. A noite do baile; (...) lá está, ao lado da Embaixada da França, NAS INDIAS”, à beira do Ganges, sob as árvores”.

(...)

INDIAS”, à beira do Ganges, sob as árvores”.

-

I: “_Toi, qui es-tu, dans l’ouvre”?

MD: “_... moi jsuis la mendiante. jsuis le MéKonG. Tout le –poste”. Tout Calcuta, tout le quartier blanc, toute l’Inde Française, toute la Colonie. Toute cette poubelle de Colonie c’est moi, c’est la mendiante , le Ganges, tout ça c’est moi! |...

(...) _ Ne criez pas! (Le vice-cônsul);

I: “_Et Anne Marie Stretter?

MD: “_ Anne Marie Stretter vient du Nord.


2 comentários:

  1. Trata-se de uma das obras mais especiais de Marguerite Duras. É um livro, uma peça de teatro em poema e prosa, é música, e um filme de arte dirigido pela própria autora. Para quem aprecia a boa literatura e filmes cult, é uma excelente indicação.

    ResponderExcluir
  2. Três obras que eram, aos poucos compostas, que se conectam. “A Mulher do Ganges”, “O Vice-Cônsul”, e “Seu nome de Veneza em Calcutá”. Ouve-se uma série de gritos.SEra a mulher do Ganges? A mendiga?. Ela não é indiana. Ela vem de Savannakhet, no Laos, e parou às margens do Ganges. Ela tem 17 anos e está grávida. Lá, ela fica. Sim, é isto. O bem-estar para ela é impossível: à noite ela caça nos pântanos na margem do Gange, para se alimentar. Sim, é isso: 17 anos, ela está grávida. Todas as crianças mortas enquanto caminhava em direção ao bengali. Rumo à bengala, Fica estéril. Ela fica là, perto da Embaixada da França, “NAS INDIAS, na beirada do Ganges, sob as árvores”. ...morre lá. Nas ilhas; tudo é morto. Lá estamos. 17 anos, grávida, à beira do Ganges fica estéril. Ela pede uma informação para se perder. Ninguém sabe. (...) Odor de flor. ... És pálido, de que tens medo? _Anne Marie Stretter! Sim, lá estamos. Tudo lá está, esta é a questão. A noite do baile; (...) lá está, ao lado da Embaixada da França, NAS INDIAS”, à beira do Ganges, sob as árvores”.”. Três obras que eram, aos poucos compostas, que se conectam. “A Mulher do Ganges”, “O Vice-Cônsul”, e “Seu nome de Veneza em Calcutá”. Ouve-se uma série de gritos.SEra a mulher do Ganges? A mendiga?. Ela não é indiana. Ela vem de Savannakhet, no Laos, e parou às margens do Ganges. Ela tem 17 anos e está grávida. Lá, ela fica. Sim, é isto. A felicidade para ela é impossível: à noite ela caça nos pântanos na margem do Gange, para se alimentar. Sim, é isso: 17 anos, ela está grávida. Todas as crianças mortas enquanto caminhava em direção ao bengali. Rumo à bengala, Fica estéril. Ela fica là, perto da Embaixada da França, “NAS INDIAS, na beirada do Ganges, sob as árvores”. ...morre lá. Nas ilhas; tudo é morto. Lá estamos. 17 anos, grávida, à beira do Ganges fica estéril. Ela pede uma informação para se perder. Ninguém sabe. (...) Odor de flor. ... És pálido, de que tens medo? _Anne Marie Stretter! Sim, lá estamos. Tudo lá está, esta é a questão. A noite do baile; (...) lá está, ao lado da Embaixada da França, NAS INDIAS”, à beira do Ganges, sob as árvores”.”.

    ResponderExcluir