“(...) Il y a quelqu’un qui crie... une femme: c’est la femme du Gange, une mendiante. Elle n’est pas indienne. Elle vient de Savannakhet, en
내 정보: “Pedaço da trad. de “India Song”, passagem da confluência entre três livros de DURAS: “A Mulher do Ganges”, “O Vice-Cônsul”, e “Seu nome de Veneza em Calcutá”: (...) Há alguém que grita... uma mulher: é a mulher do Ganges, uma mendiga. Ela não é indiana. Ela vem de Savannakhet, no Laos, e parou às margens do Ganges. Ela tem 17 anos e está grávida. Lá, ela fica. Sim, é isto. A felicidade para ela é impossível: à noite ela caça nos pântanos na margem do Gange, para se alimentar. Sim, é isso: 17 anos, ela está grávida. Todas as crianças mortas enquanto caminhava em direção ao bengali. Rumo à bengala, fica estéril. Ela fica là, perto da Embaixada da França, “NAS INDIAS, na beirada do Ganges, sob as árvores”. ...morta lá, nas ilhas; tudo é morto. Lá estamos. 17 anos, grávida, à beira do Ganges fica estéril. Ela pede uma informação para se perder. Ninguém sabe. (...) Odor de flor. ... És pálido, de que tens medo? _Anne Marie Stretter! Sim, lá estamos. Tudo lá está, esta é a questão. A noite do baile; (...) lá está, ao lado da Embaixada da França, NAS INDIAS”, à beira do Ganges, sob as árvores”.
(...)
INDIAS”, à beira do Ganges, sob as árvores”.
-
I: “_Toi, qui es-tu, dans l’ouvre”?
MD: “_... moi jsuis la mendiante. jsuis le MéKonG. Tout le –poste”. Tout Calcuta, tout le quartier blanc, toute l’Inde Française, toute
(...) _ Ne criez pas! (Le vice-cônsul);
I: “_Et Anne Marie Stretter?
MD: “_ Anne Marie Stretter vient du Nord.

Trata-se de uma das obras mais especiais de Marguerite Duras. É um livro, uma peça de teatro em poema e prosa, é música, e um filme de arte dirigido pela própria autora. Para quem aprecia a boa literatura e filmes cult, é uma excelente indicação.
ResponderExcluirTrês obras que eram, aos poucos compostas, que se conectam. “A Mulher do Ganges”, “O Vice-Cônsul”, e “Seu nome de Veneza em Calcutá”. Ouve-se uma série de gritos.SEra a mulher do Ganges? A mendiga?. Ela não é indiana. Ela vem de Savannakhet, no Laos, e parou às margens do Ganges. Ela tem 17 anos e está grávida. Lá, ela fica. Sim, é isto. O bem-estar para ela é impossível: à noite ela caça nos pântanos na margem do Gange, para se alimentar. Sim, é isso: 17 anos, ela está grávida. Todas as crianças mortas enquanto caminhava em direção ao bengali. Rumo à bengala, Fica estéril. Ela fica là, perto da Embaixada da França, “NAS INDIAS, na beirada do Ganges, sob as árvores”. ...morre lá. Nas ilhas; tudo é morto. Lá estamos. 17 anos, grávida, à beira do Ganges fica estéril. Ela pede uma informação para se perder. Ninguém sabe. (...) Odor de flor. ... És pálido, de que tens medo? _Anne Marie Stretter! Sim, lá estamos. Tudo lá está, esta é a questão. A noite do baile; (...) lá está, ao lado da Embaixada da França, NAS INDIAS”, à beira do Ganges, sob as árvores”.”. Três obras que eram, aos poucos compostas, que se conectam. “A Mulher do Ganges”, “O Vice-Cônsul”, e “Seu nome de Veneza em Calcutá”. Ouve-se uma série de gritos.SEra a mulher do Ganges? A mendiga?. Ela não é indiana. Ela vem de Savannakhet, no Laos, e parou às margens do Ganges. Ela tem 17 anos e está grávida. Lá, ela fica. Sim, é isto. A felicidade para ela é impossível: à noite ela caça nos pântanos na margem do Gange, para se alimentar. Sim, é isso: 17 anos, ela está grávida. Todas as crianças mortas enquanto caminhava em direção ao bengali. Rumo à bengala, Fica estéril. Ela fica là, perto da Embaixada da França, “NAS INDIAS, na beirada do Ganges, sob as árvores”. ...morre lá. Nas ilhas; tudo é morto. Lá estamos. 17 anos, grávida, à beira do Ganges fica estéril. Ela pede uma informação para se perder. Ninguém sabe. (...) Odor de flor. ... És pálido, de que tens medo? _Anne Marie Stretter! Sim, lá estamos. Tudo lá está, esta é a questão. A noite do baile; (...) lá está, ao lado da Embaixada da França, NAS INDIAS”, à beira do Ganges, sob as árvores”.”.
ResponderExcluir