sexta-feira, 17 de abril de 2009
quinta-feira, 16 de abril de 2009
- l'oeuvre -
se conectam as obras durante o mesmo período - “A Mulher do Ganges”, “O Vice-Cônsul”, e “Seu nome de Veneza em Calcutá”. Ouve-se uma série de gritos.SEra a mulher do Ganges? A mendiga?. Ela não é indiana. Ela vem de Savannakhet, no Laos, e parou às margens do Ganges. Ela tem 17 anos e está grávida. Lá, ela fica. Sim, é isto. A felicidade para ela é impossível: à noite ela caça nos pântanos na margem do Gange, para se alimentar. Sim, é isso: 17 anos, ela está grávida. Todas as crianças mortas enquanto caminhava em direção ao bengali. Rumo à bengala, Fica estéril. Ela fica là, perto da Embaixada da França, “NAS INDIAS, na beirada do Ganges, sob as árvores”. ...morre lá. Nas ilhas; tudo é morto. Lá estamos. 17 anos, grávida, à beira do Ganges fica estéril. Ela pede uma informação para se perder. Ninguém sabe. (...) Odor de flor. ... És pálido, de que tens medo? _Anne Marie Stretter! Sim, lá estamos. Tudo lá está, esta é a questão. A noite do baile; (...) lá está, ao lado da Embaixada da França, NAS INDIAS”, à beira do Ganges, sob as árvores”.
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